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Política

Polo Logístico do DF será escolhido com base em seis projetos de implantação já em andamento

23 junho 2021 - 14h47Por Priscila Carolina Dalagnol

A Secretaria de Projetos Especiais do Distrito Federal anunciou nova fase de implantação do Polo Logístico do DF. Nesta terça-feira (22) o governo divulgou as empresas que estão autorizadas a partir de agora, a desenvolver estudos de viabilidade técnica para a área.

Das 11 propostas recebidas, seis foram consideradas aptas para participar dessa etapa. Os modelos de negócio devem ser apresentados em 60 dias. A elaboração e apresentação dos estudos deve conter itens estipulados pela Secretaria, que vai selecionar o melhor projeto de concessão, implantação e exploração do espaço pela iniciativa privada, que será usado como base para o edital de licitação futuramente.

O Polo Logístico, chamado anteriormente de Polo Atacadista, pretende construir uma estrutura voltada a setor industrial e comercial, em uma área de 260 hectares na BR-060, entre Samambaia e Recanto das Emas, eixo de ligação entre Brasília e as cidades goianas de Anápolis e Goiânia. O espaço vai funcionar como um parque tecnológico, com apoio também ao transporte de cargas. 

“O modelo desenvolvido para o projeto é o de condomínios empresariais, em que as construções serão feitas para locação, permitindo que empresas deixem de imobilizar capital em instalações, concentrando os seus recursos na produção”, explica o secretário Projetos especiais do DF, Roberto Andrade.

A iniciativa quer atender ainda as vendas feitas por e-commerce, e apresentar novas possibilidades de escoamento das mercadorias. “Hoje, o transporte de carga para o Distrito Federal é feito pela BR-040; com o polo industrial, teremos mais uma alternativa de rota pela BR-060”, antecipou o secretário.

De acordo com os requisitos do governo, a região deverá compreender ainda drenagem urbana sustentável, rede de esgotamento sanitário urbano e industrial, redes de energia elétrica de alta e baixa tensão independentes da rede de iluminação pública, dutos de telecomunicação e lógica em bancos de dutos subterrâneos. Além de pavimentação, sinalização, paisagismo e lazer voltados também para pedestres, ciclistas e moradores do entorno.

As próximas fases serão uma audiência pública junto à comunidade e o envio da documentação para análise do Tribunal de Contas do Distrito Federal.

Com informações da Secretaria de Projetos Especiais.