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PIX: a vez das transferências eletrônicas instantâneas

Dia-a-dia da economia

29 setembro 2020 - 11h40Por Reinaldo Cafeo
PIX: a vez das transferências eletrônicas instantâneas


Previsto para operar parcialmente a partir de 3 de novembro próximo e em definitivo dia 16 de novembro, o PIX – Sistema Brasileiro de Transferência Eletrônica Instantânea, vai mexer com a o dia das pessoas no que se refere a pagamentos e transferências de recursos.

O sistema que é gerido pelo Banco Central do Brasil representa um grande avanço no sistema de pagamentos é uma inovação substituindo a TED – Transferência Eletrônica Disponível e o DOC – Documento de Ordem de Crédito. Estas atuais modalidades de transferência de recursos entre contas possuem limitação de horário e tempo de crédito.

O PIX é uma ferramenta que pode ser utilizada 24 horas por dia, todos os dias, sem feriados, sábado ou domingo. Promete a transferência de valores em até 10 segundos. Também servirá para pagamentos de boletos. O PIX vai eliminar a dependência da rede bancária na relação pagador e recebedor.

A ferramenta estará disponível dia 5 de outubro para o cadastro tanto para pessoas físicas como pessoas jurídicas. E será disponibilizada pelos próprios bancos e aplicativos de pagamentos. Não será necessário instalar nada. Será integrado aos serviços já oferecidos pelos intermediários financeiros. Também não precisa indicar conta: terá uma CHAVE PIX que poderá ser o CPF, CNPJ, celular ou e-mail.

O usuário terá ainda um QR Code e receberá dinheiro via PIX por aproximação.

Outra vantagem para o sistema: o custo da operação cairá muito. Os bancos, por exemplo, têm custo entre R$ 6,00 e R$ 7,00 na operacionalizar tanto a TED como o DOC, no PIX o custo será de R$ 0,01 para cada dez operações. Está liberado cobrar ou não as transferências dos clientes, mas com este custo, a tendência é que os intermediários financeiros ofereçam a ferramenta sem custo ao seu cliente.

Inovação, é o que teremos no sistema de pagamentos no Brasil.