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Covid-19

Londrina amplia pontos de atendimento exclusivo a casos de Covid-19

Medida tenta desafogar demanda na UPA do Jardim Sabará; mais quatro bairros são contemplados

07 junho 2021 - 16h01Por Lucas Oliveira

Buscando evitar a superlotação do principal aparelho público de Saúde de Londrina, a Prefeitura ampliou nesta segunda-feira (7) em 80% o número de Unidades Básicas de Saúde (UBS´s) destinadas ao atendimento exclusivo de casos suspeitos e confirmados do novo coronavírus. Com 59.820 moradores infectados ao longo da pandemia, a cidade contabiliza 1.511 vítimas fatais da doença.

Em nota oficial divulgada no site da Prefeitura, a atual gestão municipal revelou que mais quatro UBS´s foram selecionadas para receberem pacientes que apresentam sintomas leves e moderados de síndromes respiratórias como: tosse, febre, dores de cabeça e perda de olfato ou paladar.  

Assim, a cidade passou a contar nesta segunda-feira com nove pontos destinados para este tipo de atendimento, já que até o último domingo (6) apenas cinco estavam em funcionamento.

A nova medida contemplou as UBS´s dos bairros: Ernani Moura, Milton Gavetti, San Izidoro e Vila Casoni. Também seguem em operação exclusiva as unidades dos bairros: Bandeirantes, Chefe Newton Guimarães, Guanabara, Maria Cecília e Vila Ricardo.

De acordo com o Executivo, comandado pelo prefeito Marcelo Belinati (PP), a ampliação almeja reduzir o fluxo de atendimentos na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Jardim Sabará, a principal do município e referência em casos de Covid-19. Desde o início deste ano, o aparelho público vem registrando uma sobrecarga em seu sistema.

Além de revelar que cada uma das UBS´s possui três médicos e capacidade diária de atender até 150 pacientes, o secretário de Saúde de Londrina, Felippe Machado, ressaltou a necessidade da mudança. “Estamos abrindo cerca de 400 fichas médicas por dia na UPA, onde a grande maioria é de pacientes dependentes de oxigênio, que precisam passar por avaliação e exames, e, muitas vezes, ficam internados. Outras 100 pessoas que vão até lá são casos mais simples, que acabam demorando muito para serem atendidos. Por isso, a reestruturação busca desafogar a UPA, que virou praticamente um hospital”.

O chefe da pasta explicou ainda que após as análises das equipes médicas das UBS´s, os casos mais graves seguirão sendo encaminhados à UPA do Jardim Sabará.